domingo, 20 de abril de 2008
Tudo aquilo que era nosso
E aquele som da chuva
me fez lembrar
de tua beleza nua
que viveu a me encantar
E aquele momento de solidão
me fez saudar
a morte, em razão
de não mais te tocar
E aquele cigarro que queima
há dois minutos sem parar
suga minha alma vadia
que não mais quer se encontrar
E aquela colcha com o nosso amor
virou trapo, sumiu, rasgou
não cobre mais meu pobre corpo
que se acostuma com o frio e a dor
me fez lembrar
de tua beleza nua
que viveu a me encantar
E aquele momento de solidão
me fez saudar
a morte, em razão
de não mais te tocar
E aquele cigarro que queima
há dois minutos sem parar
suga minha alma vadia
que não mais quer se encontrar
E aquela colcha com o nosso amor
virou trapo, sumiu, rasgou
não cobre mais meu pobre corpo
que se acostuma com o frio e a dor
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Noite sem Cor
e nesta noite sem cor
a chuva é a única companheira
assim como o som dos tiros sem rumo
e nesta noite sem cor
me deparo com a ausência
assim como hei de sentir no futuro
e nesta noite sem cor
até mesmo a lua se esconde
para não sentir da terra a dor
e nesta cama vazia
até mesmo meu corpo de debate
sentindo a falta, simplesmente a falta
a chuva é a única companheira
assim como o som dos tiros sem rumo
e nesta noite sem cor
me deparo com a ausência
assim como hei de sentir no futuro
e nesta noite sem cor
até mesmo a lua se esconde
para não sentir da terra a dor
e nesta cama vazia
até mesmo meu corpo de debate
sentindo a falta, simplesmente a falta
quinta-feira, 27 de março de 2008
sem nome 2
eu não sei....
simplesmente não sei o que você sente
e não me importa a esta altura
não quero machucar-me com sonhos
eu não sei....
simplesmente não sei o que eu penso
e não me importa a esta altura
não quero mais imaginar verdades
eu não sei....
simplesmente não sei o que faço
e não me importa a esta altura
não quero pensar nos sonhos que não farei reais
simplesmente não sei o que você sente
e não me importa a esta altura
não quero machucar-me com sonhos
eu não sei....
simplesmente não sei o que eu penso
e não me importa a esta altura
não quero mais imaginar verdades
eu não sei....
simplesmente não sei o que faço
e não me importa a esta altura
não quero pensar nos sonhos que não farei reais
sábado, 15 de março de 2008
ELA E O POETA
Ah! Se ela soubesse que o poeta
Só queria poder tocar-lhe o rosto
Com certeza cederia o beijo sonhado
E assim deixaria acontecer o amor
Que o solitário escreve nas páginas brancas
Ah! Se ela soubesse o quanto poderia
O poeta dar de amor e apoio
Não restaria dúvidas para ela que
O braço daquele seria o melhor recanto
Para sua alma inquieta
Ah! Se ela soubesse que o poeta
Tem os mesmos predicados dos outros
Com a diferença da sensibilidade de lhe falar
Dia após dia da beleza que ela irradia
As palavras do poeta seriam únicas em seus ouvidos
Mas ela não sabe, ela não procura escutar
As palavras mudas que no papel vão estar
Dedicadas a ela, somente ela, sem par
Por uma eternidade sofrida e solitária
Do poeta que outra não quer amar.
domingo, 9 de março de 2008
LICO E SUA NOITE
Lico dirige feito um desesperado pelas ruas do Rio de Janeiro em uma madrugada pouco movimentada. Em sua cabeça a confusão do que acabara de ver. Pega a perimetral e pára no vão central. Joga-se da ponte Rio-Niterói e vai adormecer junto aqueles que a construíram.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
José e Amelinha
E nada mais importava para José a não ser a verdade sobre Amelinha. Seria tão formosa dama a mais vadia das mulheres da cidade? Querendo tirar suas dúvidas, José chama Amelinha para um café em sua casa e ela aceita com muito gosto.
Na tarde marcada, sem um minuto de atraso, Amelinha chega na casa de José, vestida com um vestido que cobria-lhe até metade da canela, com um decote discreto, usando um chapéu, cabelos presos e um sapatinho tipo de boneca.
"Ah! Ela veio assim para não dar na telha", pensou José fitando a formosa dama de cima a baixo.
Amelinha entra na casa, que estava tomada por um cheiro de café forte e com o som de uma linda canção. Os dois se sentam no sofá e conversam bastante. José, que não consegue se segurar olha, a cada cinco minutos, para os lindos tornozelos de Amelinha. E assim o tempo se passa até que José tenta beijar Amelinha. A dama, por sua vez, assusta-se, mas acaba rendendo-se e deixa ser beijada po José que não demorou para começar a colocar a mão por entre a saia de Amelinha e tocar-lhe a vagina.
Amelinha fica nervosa e tenta sair, porém José a xinga de diferente formas e, usando a violência, arranca a roupa da dama e a possui ali mesmo, de todas as formas. Seu rosto está transfigurado, parece até mesmo que o demônio havia tomado conta de José.
Enquanto José se satisfaz tendo tão jovem e bela dama atendendo a seus pecados, Amelinha chora o sangue que molha por entre suas pernas até então virgens.
Na tarde marcada, sem um minuto de atraso, Amelinha chega na casa de José, vestida com um vestido que cobria-lhe até metade da canela, com um decote discreto, usando um chapéu, cabelos presos e um sapatinho tipo de boneca.
"Ah! Ela veio assim para não dar na telha", pensou José fitando a formosa dama de cima a baixo.
Amelinha entra na casa, que estava tomada por um cheiro de café forte e com o som de uma linda canção. Os dois se sentam no sofá e conversam bastante. José, que não consegue se segurar olha, a cada cinco minutos, para os lindos tornozelos de Amelinha. E assim o tempo se passa até que José tenta beijar Amelinha. A dama, por sua vez, assusta-se, mas acaba rendendo-se e deixa ser beijada po José que não demorou para começar a colocar a mão por entre a saia de Amelinha e tocar-lhe a vagina.
Amelinha fica nervosa e tenta sair, porém José a xinga de diferente formas e, usando a violência, arranca a roupa da dama e a possui ali mesmo, de todas as formas. Seu rosto está transfigurado, parece até mesmo que o demônio havia tomado conta de José.
Enquanto José se satisfaz tendo tão jovem e bela dama atendendo a seus pecados, Amelinha chora o sangue que molha por entre suas pernas até então virgens.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
My Preferred
As if the world does not note
She went through the wonders
And she is the only splendid
As the sea is not saw
She swan across the ocean
And the fish was applauded
As the world did not exist
She planted her words
And was the greatest love of the world
And if I do not saw
She smiled the most beautiful smile
Making me even more fall in love
She went through the wonders
And she is the only splendid
As the sea is not saw
She swan across the ocean
And the fish was applauded
As the world did not exist
She planted her words
And was the greatest love of the world
And if I do not saw
She smiled the most beautiful smile
Making me even more fall in love
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